No Brasil, é normal reverenciar um artista apenas após a sua morte. Não é o caso aqui. Em primeiro lugar porque o artista em questão segue entre nós produzindo uma obra cada vez mais autêntica e inovadora. Em segundo lugar porque não se trata de uma reverência e sim uma exposição analítica da obra do BARÃO DE SATOLEP, através da sua música (interpretada por Éver Ribeiro) e de textos variados (conduzidos por Luis Rubira). O cenário fica por conta do artista plástico Rogério Severo.
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Segunda-feira, 2 de Julho de 2007
JANELAS DE SATOLEP
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1 comentários:
Mas ahhhhhhhhhhhhh!
Programão de qualidade!
Beijoca K
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